As revistas de decoração convenceram toda a gente de que há uma forma correta de dispor uma manta no sofá, e depois demonstraram-na com mantas que claramente nunca tocaram num ser humano. As mantas de sofá reais são usadas, puxadas, enroladas, emprestadas ao cão, e voltam a ficar arrumadas em quatro segundos quando chegam visitas. Eis os quatro caimentos que vale a pena conhecer, e a estratégia de decoração por baixo deles.
Os quatro caimentos
A cascata de canto: dobrada sem rigor ao comprido e atirada sobre um canto das costas do sofá; a melhor relação entre esforço e descontração, o padrão por uma razão. A dobra no braço: em três, bem arrumada, sobre um braço; divisões arrumadas, cabeças arrumadas. O caimento completo: ao longo de todas as costas; serve também de proteção do estofo, o discreto segundo emprego de qualquer manta de sofá numa casa com animais. O cesto ao lado: nada no sofá, enrolada num cesto ao lado, que é onde as mantas a mais devem estar em vez de empilhadas num Jenga têxtil.
Estratégia de cor por sofá
Sofá neutro (a maioria cinzento-bege): esta é a tua licença para o padrão; um medalhão persa ou um padrão celeste transforma um móvel numa composição. Sofá de pele: os tecidos do registo da terra (Yucca, tons camelo de kilim) nasceram para ele. Sofá forte: tira-lhe uma cor e deixa o resto calmo; a regra de um só protagonista do guia de padrões também vale para os móveis.
O teste da vida real
Uma manta de sofá só decorativa chumba lá em casa num mês. Os critérios para passar: cai bem e envolve bem (o algodão tecido sim; a lã rígida não), sobrevive à opinião do cão e vai à máquina quando a noite de cinema inclui molho de tomate (a rotina). Ponto extra de cidadania: o mesmo jacquard de 130×180 que veste o sofá faz serviço de piquenique no verão; a manta que de vez em quando sai de casa é a que merece a sua cascata de canto.





















